O sistema de ignição de um veículo pode ser afetado por vários vilões: bateria fraca, alternador com defeito, chicotes ou conexões danificados, aterramento ruim ou até problemas no módulo de injeção, especialmente em carros mais antigos. Esses fatores, sozinhos ou juntos, podem comprometer o desempenho do motor, e a bobina de ignição é uma das peças que mais sentem o impacto. Para ajudar no diagnóstico, a NGK traz dicas práticas para testar diferentes tipos de bobinas e achar o problema rapidinho.
Se a bobina não tem módulo acoplado, o jeito é medir a resistência do primário e secundário, checar corrente e tensão de alimentação, além de verificar a tensão de saída. Já para as bobinas com módulo integrado, o processo inclui testar a resistência (quando possível), analisar tensão, corrente, sinal de comando, tensão do secundário e sinal de retorno. “Antes de trocar, olhe bem: oxidação, terminais ressecados, trincas ou sinais de superaquecimento, como resina derretida, podem dar pistas importantes”, explica Hiromori Mori, consultor técnico da Niterra. Trocar a bobina é fácil, mas sem diagnosticar a causa raiz, a nova peça pode queimar rápido.
E não é só a bobina que merece atenção: velas e cabos de ignição também precisam de cuidado. Os cabos, que levam a corrente da bobina às velas, sofrem com o tempo e o calor, podendo causar partidas difíceis, aceleração irregular, mais consumo de combustível e até velas encharcadas. A dica é trocá-los a cada 3 anos ou 60 mil km. Para tudo isso, a NGK oferece uma linha completa de bobinas, velas e cabos de alta qualidade no mercado de reposição. Quer motor tinindo? É só caprichar no diagnóstico e na manutenção!
