– Saveiro Robust Etanol chega R$ 4.200 mais barata que a versão flex e
será a primeira picape compacta a integrar o Programa Carro Sustentável;
– Nova configuração mantém a vocação da Saveiro para o trabalho e reforça
a estratégia da marca de oferecer diferentes soluções de descarbonização
conforme a realidade brasileira;
– Exclusivamente a etanol, o ganho na eficiência energética chega aos 5%;
– Modelo chega em outubro e será oferecido a empresas, frotistas,
produtores rurais, profissionais autônomos e consumidores de varejo.
A picape mais longeva em produção no Brasil acaba de ganhar um novo
capítulo em sua história que ultrapassa 44 anos. A Volkswagen anuncia o início
da comercialização da Saveiro Robust Etanol, equipada com motorização dedicada
exclusivamente ao etanol, e sua entrada no Programa Carro Sustentável. A versão
mantém os atributos de robustez, confiabilidade e versatilidade da Saveiro e
oferece ao cliente uma alternativa que aproveita um combustível renovável
produzido em escala no País.
A novidade chega na versão Robust com cabine
simples e atende a diferentes perfis de uso. Empresas, frotistas, produtores
rurais e profissionais autônomos passam a contar com mais uma opção para suas
operações e metas de redução de emissões. A Saveiro Robust Etanol também estará
disponível ao consumidor de varejo que encontra no etanol uma opção viável para
sua rotina.
Com preço público sugerido de R$ 111.490,00,
a Saveiro Robust Etanol chega às concessionárias Volkswagen ainda em outubro. O
valor representa uma vantagem competitiva significativa. Com preço R$ 4.200,00
inferior ao da versão flex, a Saveiro movida exclusivamente a etanol passa a
ser a configuração mais acessível do portfólio da picape.
“A Saveiro está há 44 anos ao lado de quem
trabalha e produz no Brasil. Agora, damos a este cliente uma nova escolha. Uma
picape preparada para rodar exclusivamente com etanol, combustível que o País
conhece e produz, que gera emprego e renda, e que é uma vantagem importante do
Brasil na transição para uma mobilidade de menor carbono. A Saveiro Robust
movida a etanol transforma essa característica brasileira em uma nova opção que
traz benefícios concretos ao cliente. Seja para quem utiliza o veículo como
ferramenta de trabalho e aproveitará a atratividade comercial da versão, seja
para quem precisa que sua frota contribua para metas de redução de emissões ou
para o consumidor de varejo que enxerga o etanol como compatível com seu dia a
dia”, afirma Ciro Possobom, CEO e Presidente da Volkswagen do Brasil.

Primeira picape compacta no Programa Carro
Sustentável
A Saveiro Robust Etanol será a primeira
picape compacta a integrar o Programa Carro Sustentável. A iniciativa do
Governo Federal considera critérios relacionados às emissões no ciclo do poço à
roda, à reciclabilidade e reutilização de materiais, à produção nacional e à
categoria do veículo. Com a nova versão, a Volkswagen passa a oferecer quatro
configurações enquadradas no programa: Saveiro Robust Etanol, Polo Track, Polo
Robust e Tera MPI.
A chegada da Saveiro amplia o alcance da
iniciativa para quem utiliza a picape como ferramenta de trabalho, incluindo
empresas, frotistas, produtores rurais e profissionais autônomos.
Em 2025, a Saveiro registrou 67.753 unidades
emplacadas e foi o segundo modelo mais vendido da marca no canal de vendas
diretas. Neste ano, entre janeiro e setembro, a picape soma 38.726 unidades
comercializadas.
Saveiro 100% etanol
A Saveiro Etanol seguirá equipada com o motor
1.6 MSI (EA211) produzindo 116 cv e 16,1 kgfm de torque, atrelado à transmissão
manual de cinco velocidades. O destaque fica para a robusta preparação que os
motores Volkswagen recebem para utilizar etanol com total confiabilidade.
Graças aos avanços em matemáticas e cálculos
virtuais, ao uso de materiais mais nobres em válvulas, pistões e anéis de
segmento e à busca contínua por maior eficiência energética, os propulsores
atuais já oferecem elevadas taxas de compressão, fator primordial para o melhor
aproveitamento da resistência à detonação característica do etanol.
No caso do EA211 da Saveiro, a taxa de
compressão chega a elevados 11,5:1. Isso significa que a mistura ar-combustível
admitida no cilindro é comprimida 11,5 vezes antes do início da combustão.
Nesse contexto, grande parte dos benefícios
associados ao uso do etanol já estava incorporada à calibração da versão flex
do motor. Ainda assim, a engenharia de motores da Volkswagen dedicou mais de
740 horas de desenvolvimento para otimizar a partida a frio, os níveis de LDi
(Limite Máximo de Ignição) e a dirigibilidade. O resultado é uma Saveiro ainda
mais divertida de dirigir, agora desenvolvida exclusivamente para o etanol,
reunindo benefícios para o meio ambiente e para o bolso do cliente.
Os valores máximos de potência e torque não
se alteraram, mas todas as rotações intermediárias foram favorecidas graças à
calibração dedicada ao etanol, trazendo ganhos na dirigibilidade e no consumo.
Na prática, o cliente precisará acelerar menos para manter a mesma performance
oferecida pelo motor flex que deu origem ao projeto.
“Quando desenvolvemos um motor dedicado a um
único combustível, temos a oportunidade de otimizar diversos parâmetros de
funcionamento para as mais variadas condições de uso. No caso da Saveiro
Etanol, nosso foco foi extrair o melhor aproveitamento energético do
combustível, resultando em maior eficiência no dia a dia e redução do consumo.
Além dos benefícios econômicos para o cliente, o etanol é um combustível
renovável, com menor pegada de carbono quando comparado aos combustíveis
fósseis, reforçando também o compromisso com uma mobilidade mais sustentável”,
afirma Ricardo Plöger, Vice-presidente de Desenvolvimento do Produto da
Volkswagen América do Sul.
Os benefícios de um motor dedicado vão além
dos números finais de potência e torque. Isso fica evidente no quesito
eficiência energética, cujo índice passou de 1,83 para 1,81 MJ/km. É no uso
cotidiano, tanto no prazer ao dirigir quanto na economia proporcionada ao
cliente, que a Saveiro Robust Etanol demonstra sua evolução, melhorando os
índices de consumo em 5% na cidade, trajeto mais usado pelo perfil de uso da
Saveiro. No consumo combinado, o ganho passou de 8,1 km/l para 8,5 km/l.

Etanol no Brasil e redução de
emissões
Produzido em escala no Brasil e disponível em
uma infraestrutura de abastecimento estabelecida, o etanol tem um papel
importante na redução das emissões de gases de efeito estufa do transporte. Essa
contribuição aparece no cálculo do poço à roda, que considera a produção, a
distribuição e o uso do combustível.
Pelas regras do Programa Carro Sustentável, o
limite estabelecido para a eficiência energético-ambiental é de até 83g de CO2e/km no
ciclo do poço à roda. A Saveiro Robust Etanol registra 50g de CO2e equivalente
por quilômetro nesse ciclo. O CO2 equivalente (ou CO2e) é
a medida usada para reunir em um único indicador o efeito dos diferentes gases
de efeito estufa.
Como referência, uma Saveiro flex comparável
registra 106 gramas por quilômetro segundo as premissas do programa, que
consideram o uso de etanol e gasolina pelos proprietários de veículos flex. A
diferença evidencia a contribuição do uso exclusivo do etanol para a redução de
emissões.
Uma trajetória
ligada aos biocombustíveis
A relação da Volkswagen com os
biocombustíveis atravessa décadas de desenvolvimento local. A história da
indústria automotiva brasileira e a evolução dos biocombustíveis fundem-se com
a própria trajetória da Volkswagen do Brasil.
Desde os testes iniciais com modelos a álcool
na década de 70, passando pelo lançamento do primeiro veículo flex produzido em
série no Brasil (Gol AP 1.6 Total Flex) e a consolidação da tecnologia ao longo
dos anos 2000, a Volkswagen atuou como pioneira e protagonista, transformando o
etanol em uma matriz energética viável e moldando a engenharia automotiva
nacional.
Com inovações como o sistema de partida a
frio independente de tanque auxiliar de gasolina e a combinação do
biocombustível com o sistema de injeção direta e turbocompressor, a marca
consolidou sua liderança no desenvolvimento da tecnologia flex.
Agora, com a Saveiro Robust Etanol, o uso
desse combustível deixa de estar apenas associado à liberdade de escolha
proporcionada pelo sistema flex. O etanol passa a ser explorado como estratégia
de descarbonização, que ganha relevância no atual cenário de urgência climática
e alta pressão por redução de emissões.

